Dagmar de Mello e Silva, Maria Angélica Augusto de Mello Pisetta, Luciana Esmeralda Ostetto, Eda Maria de Oliveira Henriques, Everardo Paiva de Andrade, Diego Carlos Pereira, Fabiano dos Santos Souza, Sandra Lucia Escovedo Selles e Dinah Vasconcellos Terra, Marília Etienne Arreguy, Maria Cecília de Castello Branco Fantinato, Adriano Vargas Freitas, Bruno Alves Dassie e Iolanda de Oliveira.
A linha de pesquisa compreende que os processos formativos são atravessados por relações de poder,
por disputas em torno do sensível, dos sujeitos e do currículo com dimensões políticas, éticas e estéticas.
Os estudos da linha perpassam: processos formativos e diferentes marcadores sociais, como gênero, raça, etnia, classe, deficiência, neurodiversidade, sexualidade e territorialidade; as linguagens e o currículo nas diferentes disciplinas escolares e ciências de referência diante das disputas nos processos formativos; o papel das práticas discursivas, da escuta, do acolhimento, dos gestos pedagógicos, das tecnologias e das artes na produção da vida, da ciência e dos saberes escolares; os processos formativos em perspectiva narrativa e (auto)biográfica, culturas juvenis, estéticas da existência, práticas sensíveis, mediações digitais, pedagogias emancipatórias, processos de subjetivação e políticas da diferença; a sociedade e suas relações com o pensamento científico e as dimensões histórico-culturais do processo de escolarização.